Mancando Livre: Antiguidades
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Conheça dez inventores que acabaram morrendo 
por causa de suas criações








Thomas Midgley Jr. - O químico americano é o pai da gasolina com chumbo e do clorofluorocarbono, invenções causaram milhões de mortes na história da humanidade, bem como graves impactos ao meio ambiente. Ironicamente, ele contraiu intoxicação por chumbo e poliomielite, o que limitava sua movimentação. Então, criou um elaborado sistema de cordas e polias que lhe permitia mover e ajustar o seu corpo em sua cama. Aos 55 anos, foi estrangulado acidentalmente pelo equipamento (Foto: AP) 








Alexander Bogdanov - Bogdanov foi um médico russo, filósofo, economista, escritor de ficção científica e revolucionário. Em 1924, ele começou experimentos com transfusão de sangue em busca da eterna juventude. Depois de 11 transfusões em si mesmo, ele realizou o procedimento com o sangue de um paciente infectado com malária e tuberculose, morrendo pouco tempo depois (Foto: Reprodução/internet) 








Elizabeth Ascheim - Casada com um médico, Elizabeth Fleischman Ascheim deixou seu emprego como contadora para estudar ciência elétrica. Ao lado do marido, criou o primeiro laboratório de raios X em São Francisco. Após vários testes com as máquinas, sem qualquer tipo de proteção, ela foi acometida por um câncer agressivo, que a levou à morte (Foto: Reprodução/listverse) 








Franz-Reichelt - O alfaiate austríaco ficou famoso mundialmnete ao inventar uma combinação de um sobretudo com paraquedas. O único teste de sua invenção, no entanto, foi feito pelo próprio criador, que saltou do primeiro andar da Torre Eiffel. Seu invento não funcionou (Franz Reichelt - (Foto: Reprodução/ Telegraph) 








Horace Lawson Hunley - O engenheiro naval americano criou o primeiro submarino de combate, o H.L. Hunley, durante a Guerra Civil Americana. Ao todo, foram realizados três testes com o veículo, que não voltou à superfície em nenhuma das vezes. Na última deles morreram os nove tripulantes, incluindo o próprio Horace (Foto: Reprodução/ Tennessee Treasures) 








Karl Wilhelm - Scheele foi um brilhante químico farmacêutico que descobriu muitos elementos químicos, sendo o mais notável deles o oxigênio. O hábito de experimentar o sabor de suas descobertas fez com que ele morresse com sintomas similares ao do envenenamento por mercúrio(Foto: Library of Congress) 








Louis Slotin - Físico canadense do Projeto Manhattan, ele realizou um experimento de risco conhecido como “cutucando o rabo do dragão” que envolvia dois hemisférios de berílio mantidos juntos em torno de um núcleo de plutônio. O cientista deixou que uma das semiesferas tocasse a outra acidentalmente, que causou uma fissão nuclear. Slotin absorveu uma dose letal de radiação e morreu uma semana depois (Foto: Reprodução/ internet) 








Marie Curie - Primeira pessoa na história a receber dois prêmios Nobel em campos diferentes (química e física) e primeira professora mulher da Universidade de Paris, Marie Curie descobriu junto de seu marido o elemento rádio. A constante exposição à radiação fez com que ele desenvolvesse leucemia. A doença progrediu e Marie morreu em 1934 (Foto: AP)








Max Valier - Pioneiro na construção de foguetes, o austríaco Max Valier fez com sucesso o test drive de um foguete de combustível líquido na Alemanha, em 1930. A tragédia veio no mês posterior. Valier trabalhava em seu laboratório, em Berlim, quando um dos motores que ele desenvolveu explodiu e Um pedaço de metal voou direto em sua artéria pulmonar(Foto: Reprodução/ internet) 








Otto Lilienthal - Primeiro homem a realizar repetidos voos planados com sucesso, morreu em agosto de 1896, um dia após cair de uma altura de 17 metros e quebrar a espinha dorsal. Suas últimas palavras foram: 'Sacrifícios precisam ser feitos' (Foto: johnelkington.com) 

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Judeu: - Deus?

Deus:  - Sim!

Judeu: - Eu posso lhe perguntar algo?

Deus:  - Claro, meu filho!

Judeu: O que é um milhão de anos para você?

Deus:  - Um segundo.

Judeu: - E um milhão de dólares?

Deus:  - Um centavo.

Judeu: - Deus, você pode me dar um centavo?

Deus: Espere um segundo!!
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História 
A origem do halloween remonta às tradições dos povos que habitaram a Gália 
e as ilhas da Grã-Bretanha entre os anos 600 a.C. e 800 d.C., 
embora com marcadas diferenças em relação às atuais abóboras ou da famosa frase "Gostosuras ou travessuras", exportada pelos Estados Unidos, que popularizaram a comemoração. 


Originalmente, o halloween não tinha relação com bruxas. 
Era um festival do calendário celta da Irlanda, o festival de Samhain, 
celebrado entre 30 de outubro e 2 de novembro e marcava o fim do verão 
(samhain significa literalmente "fim do verão"). 


A celebração do Halloween tem duas origens que no transcurso da História foram se misturando: 




Origem Pagã 
A origem pagã tem a ver com a celebração celta chamada Samhain, 
que tinha como objetivo dar culto aos mortos. 
A invasão das Ilhas Britânicas pelos Romanos (46 A.C.) acabou mesclando a cultura latina com a celta, 
sendo que esta última acabou minguando com o tempo. 


Em fins do século II, com a evangelização desses territórios, a religião dos Celtas, 
chamada druidismo, já tinha desaparecido na maioria das comunidades. 
Pouco sabemos sobre a religião dos druidas, pois não se escreveu nada sobre ela: 
tudo era transmitido oralmente de geração para geração. 


Sabe-se que as festividades do Samhain eram celebradas muito possivelmente entre os dias 5 e 7 de novembro (a meio caminho entre o equinócio de verão e o solstício de inverno). 
Eram precedidas por uma série de festejos que duravam uma semana, e davam ao ano novo celta. 
A "festa dos mortos" era uma das suas datas mais importantes, pois celebrava o que para nós seriam "o céu e a terra" (conceitos que só chegaram com o cristianismo). 


Para os celtas, o lugar dos mortos era um lugar de felicidade perfeita, onde não haveria fome nem dor. 
A festa era celebrava com ritos presididos pelos sacerdotes druidas, que atuavam como "médiuns" entre as pessoas e os seus antepassados. Dizia-se também que os espíritos dos mortos voltavam nessa data para visitar seus antigos lares e guiar os seus familiares rumo ao outro mundo. 




Origem Católica 
Desde o século IV a Igreja da Síria consagrava um dia para festejar "Todos os Mártires". 


Três séculos mais tarde o Papa Bonifácio IV († 615) 
transformou um templo romano dedicado a todos os deuses (Panteão), 
num templo cristão e o dedicou a "Todos os Santos", a todos os que nos precederam na fé. 


A festa em honra de Todos os Santos, inicialmente era celebrada no dia 13 de maio, mas o Papa Gregório III († 741) mudou a data para 1º de novembro, que era o dia da dedicação da capela de Todos os Santos na Basílica de São Pedro, em Roma. 


Mais tarde, no ano de 840, o Papa Gregório IV ordenou que a festa de Todos os Santos fosse celebrada universalmente. 


Como festa grande, esta também ganhou a sua celebração vespertina ou vigília, que prepara a festa no dia anterior (31 de outubro). 


Na tradução para o inglês, essa vigília era chamada All Hallow’s Eve (Vigília de Todos os Santos), 
passando depois pelas formas "All Hallowed Eve" e "All Hallow Een" até chegar à palavra atual "Halloween"




Etimologia 
Posto que, entre o pôr-do-sol do dia 31 de outubro e 1° de novembro, ocorria a noite sagrada (hallow evening, em inglês), acredita-se que assim se deu origem ao nome atual da festa: 
Hallow Evening → Hallowe'en → Halloween


Rapidamente se conclui que o termo "Dia das bruxas" não é utilizado pelos povos de língua inglesa, sendo essa uma designação apenas dos povos de língua (oficial) portuguesa. 


Outra hipótese é que a Igreja Católica tenha tentado eliminar a festa pagã do Samhain instituindo restrições na véspera do Dia de Todos os Santos. Este dia seria conhecido nos países de língua inglesa como All Hallows' Eve


A relação da comemoração desta data com as bruxas propriamente ditas teria começado na Idade Média no seguimento das perseguições incitadas por líderes políticos e religiosos, sendo conduzidos julgamentos pela Inquisição, com o intuito de condenar os homens ou mulheres que fossem considerados curandeiros e/ou pagãos. 


Todos os que fossem alvo de tal suspeita eram designados por bruxos ou bruxas, com elevado sentido negativo e pejorativo, devendo ser julgados pelo tribunal do Santo Ofício e, na maioria das vezes, queimados na fogueira nos designados autos-de-fé. 


Essa designação se perpetuou e a comemoração do halloween, levada até aos Estados Unidos pelos emigrantes irlandeses (povo de etnia e cultura celta) no século XIX, ficou assim conhecida como "dia das bruxas", uma lenda histórica. 


Atualmente Se analisarmos o modo como o Halloween é celebrado hoje, veremos que pouco tem a ver com as suas origens: só restou uma alusão aos mortos, mas com um carácter completamente distinto do que tinha ao princípio. 


Além disso foi sendo pouco a pouco incorporada toda uma série de elementos estranhos tanto à festa de Finados como à de Todos os Santos. Entre os elementos acrescidos, temos por exemplo o costume dos "disfarces", muito possivelmente nascido na França entre os séculos XIV e XV. 


Nessa época a Europa foi flagelada pela Peste Negra e a peste bubônica dizimou perto da metade da população do Continente, criando entre os católicos um grande temor e preocupação com a morte. 


Multiplicaram se as Missas na festa dos Fiéis Defuntos e nasceram muitas representações artísticas que recordavam às pessoas a sua própria mortalidade, algumas dessas representações eram conhecidas como danças da morte ou danças macabras. 


Alguns fiéis, dotados de um espírito mais burlesco, costumavam adornar na véspera da festa de finados as paredes dos cemitérios com imagens do diabo puxando uma fila de pessoas para a tumba: papas, reis, damas, cavaleiros, monges, camponeses, leprosos, etc. (afinal, a morte não respeita ninguém). 


Também eram feitas representações cênicas, com pessoas disfarçadas de personalidades famosas e personificando inclusive a morte, à qual todos deveriam chegar. 


Possivelmente, a tradição de pedir um doce, sob ameaça de fazer uma travessura (trick or treat, "doce ou travessura"), teve origem na Inglaterra, no período da perseguição protestante contra os católicos (1500-1700). 


Nesse período, os católicos ingleses foram privados dos seus direitos legais e não podiam exercer nenhum cargo público. Além disso, foram lhes infligidas multas, altos impostos e até mesmo a prisão. 


Celebrar a missa era passível da pena capital e centenas de sacerdotes foram martirizados. 
Produto dessa perseguição foi a tentativa de atentado contra o rei protestante Jorge I. 


O plano, conhecido como Gunpowder Plot ("Conspiração da pólvora"), era fazer explodir o Parlamento, matando o rei, e assim dar início a um levante dos católicos oprimidos. 


A trama foi descoberta em 5 de novembro de 1605, quando um católico converso chamado Guy Fawkes foi apanhado guardando pólvora na sua casa, tendo sido enforcado logo em seguida. 


Em pouco tempo a data converteu se numa grande festa na Inglaterra (que perdura até hoje): muitos protestantes a celebravam usando máscaras e visitando as casas dos católicos para exigir deles cerveja e pastéis, dizendo lhes: trick or treat (doce ou travessuras). 


Mais tarde, a comemoração do dia de Guy Fawkes chegou à América trazida pelos primeiros colonos, que a transferiram para o dia 31 de outubro, unindo a com a festa do Halloween, que havia sido introduzida no país pelos imigrantes irlandeses. 


Vemos, portanto, que a atual festa do Halloween é produto da mescla de muitas tradições, trazidas pelos colonos no século XVIII para os Estados Unidos e ali integradas de modo peculiar na sua cultura. Muitas delas já foram esquecidas na Europa 




Novos elementos do Halloween 
A celebração do 31 de Outubro, muito possivelmente em virtude da sua origem como festa dos druidas, vem sendo ultimamente promovida por diversos grupos neo-pagãos, e em alguns casos assume o caráter de celebração ocultista. 


Hollywood fornece vários filmes, entre os quais se destaca a série Halloween, na qual a violência plástica e os assassinatos acabam por criar no espectador um estado de angústia e ansiedade. 


Muitos desses filmes, apesar das restrições de exibição, acabam sendo vistos por crianças, gerando nelas o medo e uma idéia errônea da realidade. Porém, não existe ligação dessa festa com o mal. 


Na celebração atual do Halloween, podemos notar a presença de muitos elementos ligados ao folclore em torno da bruxaria. 


As fantasias, enfeites e outros itens comercializados por ocasião dessa festa estão repletos de bruxas, gatos pretos, vampiros, fantasmas e monstros, no entanto isso não reflete a realidade pagã. 




Nota 
A lanterna vegetal chamada de "Jack-o'-lantern" em inglês, em Portugal chama-se coca e no Brasil existe um personagem de folclore chamado Cuca. 


Em Portugal, a Abóbora do Dia das Bruxas e é uma tradição ancestral. 


Coca: papão; abóbora vazia (ou panela) com buracos representativos dos olhos e da boca com uma luz dentro, para meter medo, à noite; feiticeira. 


Referências: 
1 - Gyles Brandreth (11 de Março de 2000). "The Devil is gaining ground" (em inglês). 
The Sunday Telegraph. Página visitada em 31 de Outubro de 2009.. 


2 - Halloween: Satan's New Year (2006) by Billye Dymally, Halloween: 
Counterfeit Holy Day (2005) by Kele Gershom, and Halloween: What's a Christian to Do? (1998) by Steve Russo. 
An opposing viewpoint is found in The Magic Eightball Test: 
A Christian Defense of Halloween and All Things Spooky (2006) by Lint Hatcher. 


3 - Kevin Reece. ""School District Bans Halloween"" (em inglês). 
KOMO News. 24 de Outubro de 2004. (página da notícia visitada em 31 de Outubro de 2009) 



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Não perca essa parte da nossa história - que aos poucos vai se perdendo
(já não estranharia se algum de vocês me perguntasse "mas o que era a VARIG?", aquela que foi simplesmente a maior de todas as nossas empresas aéreas e que, por má gestão, faliu).


Antes de (re)ver o filme leia a lenda:





Há uma antiga lenda japonesa, datada do período Muromashi (século XV), dizendo que um pescador chamado Urashima Taro salvou uma tartaruga de um grupo de rapazes que a estavam maltratando.


No dia seguinte, uma tartaruga enorme se aproximou dele e lhe disse que a pequena tartaruga que ele salvara era na verdade a filha do Imperador do Mar, que gostaria de vê-lo e agradecer-lhe. Ela permitiu que ele subisse em suas costas e, através de magia, fez surgir brânquias em Taro para que ele pudesse respirar debaixo d'água. Assim pôde levá-lo a uma viagem para conhecer o fundo do mar e o palácio do rei-dragão.


Lá o pescador se encontrou com o imperador e com a sua filha, a pequena tartaruga, que agora estava transformada em uma bonita princesa. Taro ficou no palácio como hóspede de honra e muitas festas foram feitas em sua homenagem.


Assim foram se passando os dias. Embora feliz nas águas marinhas, Urashima começou a sentir saudades de sua terra natal e de seus parentes, e pediu para voltar.


Ao partir, recebeu da princesa uma arca de presente, com a promessa de que só a abrisse quando ficasse bem velho e de cabelos brancos.


Ao chegar em sua cidade não a reconheceu, pois estava tudo muito mudado.
Ele não conseguiu reconhecer nenhuma das pessoas da vila, os lugares já não eram mais os mesmos.
Começou a perguntar se ninguém conhecia um pescador chamado Urashima Tarō.
Algumas pessoas disseram que tinham ouvido falar de alguém com esse nome, que havia desaparecido no mar muitos anos atrás.


Taro acabou descobrindo que haviam se passado trezentos anos desde o dia em que havia decidido ir ao fundo do mar.


Tomado de grande tristeza, foi para a beira do mar na esperança de reencontrar a tartaruga, mas desesperou-se porque esta demorava e acabou abrindo a caixa que a princesa lhe havia oferecido.


De dentro dela saiu uma nuvem de fumaça branca, que o envolveu.


De repente, seu corpo tornou-se velho e enrugado, nasceu-lhe uma longa barba branca e suas costas curvaram-se com o peso de tantos anos.


E do mar veio a voz doce e triste da princesa:
"Eu lhe disse para não abrir a caixa. Nela estavam todos os seus anos …"


A caixa continha a "eterna juventude" de Urashima Taro e o pescador, 
sem reconhecer seu valor, deixou-a ir-se para sempre.




O "JINGLE" DA VARIG (vídeo abaixo) .


No final dos anos 60 a Varig inaugurava sua rota do Brasil ao Japão e para comemorar, encomendaram ao notável "jinglista" Archimedes Messina, que baseado na lenda, fez uma adaptação genial e acabou se transformando num enorme sucesso e até hoje é um dos "jingles" mais tocados no Brasil em todos os tempos.


A gravação ficou a cargo da "Target Audio", a produção ficou a cargo de "Eduardo Barros" e a voz é da cantora japonesa Rosa Miyake que naquela época fazia um sucesso enorme com o programa "Imagens do Japão" da Rede Record. 


**** apenas pra recordar: VARIG = Viação Aérea Rio Grandense, 
a 1ª companhia aérea brasileira, e também foi uma das maiores do mundo, 
mais informações sobre ela sugiro uma pesquisa na Wikpedia.







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Estava num passeio em Roma quando ao visitar a Catedral de São Pedro fiquei abismado ao ver uma coluna de mármore com um telefone de ouro em cima.

Vendo um jovem padre que passava pelo local perguntei a razão pela ostentação.

O padre então me disse que aquele telefone estava ligado a uma linha direta com o paraíso e que se eu quisesse fazer uma ligação eu teria de pagar 100 dólares.

Fiquei tentado porém declinei da oferta.

Continuando a viagem pela Itália encontrei outras igrejas com o mesmo telefone de ouro na coluna de mármore.

Em cada uma das ocasiões perguntei a razão da existência e a resposta era sempre a mesma:

Linha direta com o paraíso ao custo de 100 dólares a ligação.

..

Depois da Itália vim para o Brasil e fui direto para o Rio Grande do Sul
(de um país para outro país, entendeu?!).

Ao visitar a nossa gloriosa Catedral Metropolitana de Porto Alegre, na famosa Praça da Matriz,
fiquei surpreso ao ver novamente a mesma cena: uma coluna de mármore com um telefone de ouro.

Sob o telefone um cartaz que dizia:

LINHA DIRETA COM O PARAÍSO - PREÇO POR LIGAÇÃO = R$ 0,25 ( vinte e cinco centavos ).

Não me aguentei, e lasquei....

Padre, viajei por toda a Itália e em todas as catedrais que visitei vi telefones exatamente iguais a este mas o preço da chamada era 100 dólares.

Por que aqui é somente R$ 25 centavos?

O Padre sorriu e disse:
- Meu irmão, tu estás no Rio Grande do Sul - aqui a ligação é local !!!

Contribuição do Contribuinte:
enviada pelo meu grande amigo Roger do "Blog 1 +/-"
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05/10/2010

Sus Olinhos Verde


A música original (e na íntegra), que marcou a figura do Seu Madruga,
interpretado por Ramón Valdez, no seriado do Chaves..

Assistam o vídeo, vale a pena matar as saudades..


Contribuição do Contribuinte: @tauico do Blog Pensamentos Avulsos

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O diabo pode vestir Prada, mas o artista de uma exposição de arte sacra na Itália resolveu colocar sua estátua da Virgem Maria usando a grife Louis Vuitton para denunciar a sociedade de consumo, informou nesta quinta-feira um jornal local.

O véu que tradicionalmente cobre a cabeça de Nossa Senhora nesta escultura possui as letras douradas "LV", marca registrada e conhecida mundialmente.

O artista Francesco De Molfetta, 31 anos, explicou que, com sua obra, teve intenção de "denunciar uma sociedade baseada no culto da aparência através do uso de uma marca que representa a busca pela felicidade efêmera".

"Essa nova maneira de interpretar a arte sacra está em sintonia com o famoso trabalho apresentado (em 1999, em Veneza, por Maurizio) Cattelan, que mostra uma imagem em cera do Papa João Paulo II sendo atingido por um meteoro", explicou o curador da exposição, Giuseppe Bacci.

"É uma maneira de atingir o inconsciente do visitante", acrescentou.

A exposição está sendo realizada em Isola del Gran Sasso, na região central de Abruzzo.

Fonte: YN
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Executivos estressados de centros urbanos que estão querendo fugir de tudo isso têm a chance de comprar seu próprio vilarejo na Nova Zelândia, uma cidadezinha completa com um pub e uma população de 40 habitantes.

Otira, um pequeno vilarejo na chuvosa costa oeste da Ilha do Sul da Nova Zelândia, está à venda por 1 milhão de dólares neozelandeses (715 mil dólares).

Os atuais donos Bill e Christine Hennah compraram o vilarejo decadente em 1998 depois de passarem no local e "sentirem pena dele", disse o jornal de Christchurch The Press na sexta-feira.

Eles pagaram 80 mil dólares neozelandeses (56 mil dólares) pelo hotel ou pub, escola, estação de trem, sede da prefeitura e 18 casas que constituíam a aldeia próxima ao parque nacional de Arthur's Pass e datado em 1923.

O vilarejo se desenvolveu quando o túnel ferroviário de Otira foi inaugurado e durante seu auge abrigou cerca de 600 trabalhadores e suas famílias.

Mas o casal, agora com 60 e poucos anos, diz que não tem mais energia para administrar o hotel. Eles estão pedindo 350 mil dólares neozelandeses pelo hotel ou 1 milhão pelo conjunto todo.

"Precisamos de alguém para construí-lo de novo. Existe muito potencial e oportunidade, disse Christine Hennah ao The Press.

Fonte: Reuters
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Pesquisadores descobriram no Peru um fóssil de cachalote gigante, que viveu há 12 milhões de anos e foi chamado de "Leviathan Melvillei", em homenagem a Herman Melville, autor de "Moby Dick", revela um artigo publicado nesta quarta-feira na revista Nature.

Segundo Olivier Lambert, do Museu Nacional de História Natural de Paris e principal autor do estudo, este é "o maior cachalote fóssil já encontrado, com dentes colossais", de até 36 cm de comprimento, "10 cm a mais que os dentes dos maiores cachalotes atuais".

O fóssil do "Leviatã" foi descoberto em novembro de 2008, no deserto costeiro da região de Ica, no sul do Peru, por uma equipe de paleontólogos de museus de história natural de Rotterdã, Paris, Pisa, Lima e Bruxelas.

Até o momento, apenas dentes isolados deste tipo de cachalote tinham sido encontrados, especialmente no Chile.

Segundo Olivier Lambert, desta vez foi achada uma "mandíbula inferior, boa parte do crânio e dentes", mas nada do esqueleto além do crânio, o que obriga os cientistas a estimar o comprimento do cachalote.

Com um crânio de três metros, o comprimento do "Leviatã" é estimado em entre 13,5 metros e 17,5 metros, "mais ou menos o tamanho de um grande cachalote atual", destaca Lambert.

Este superpredador marinho de 12 milhões de anos e que comia baleias menores tinha um concorrente: "um tubarão gigantesco, muito maior que o atual tubarão branco, com comprimento de 12 a 15 metros", explica o cientista.

Leviatã e outros grandes cachalotes que utilizavam seus dentes para agarrar as presas desapareceram há milhões de anos, mas os cachalotes caçadores de lulas sobreviveram até hoje, como o grande cachalote (Physeter).

Fonte: YN
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Ai, ai,.. essa é muito boa..

Lula dando conselhos a Dom Pedro no dia do Fico..

é só clicar no play!

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Chevy 56


Chevy 57


F-100


GMC 57


Contribuição do Contribuinte: Fred Kreff
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São quinze pérolas..

apreciem com moderação..!!

Contribuição enviada pelo contribuinte: Everson M. Corrêa
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Vejam só essas lindas raridades..


imagens enviadas pelo meu amigo Fred, valeu..
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